quinta-feira, 3 de janeiro de 2013

Quem narra histórias aguça a oralidade



PARA QUEM LER OU CONTAR HISTÓRIAS?

O hábito de ouvir e contar histórias, já se faz de longa data na caminhada da humanidade,dentro do espaço e do tempo.
As crianças fazem parte deste público alvo. Quem lê ou conta histórias deve ter um método persuasivo sobre os ouvintes. O texto e a transmissão da leitura exercem influências no desenvolvimento intelectual do indivíduo. Quem ouve histórias acredita na magia, estimula a criatividade cria hábitos e valoriza o sentimento e conseqüentemente a leitura.
Zelia Lima






"Zelinha entrando na Sala "Lili inventa o mundo"

 Todos atentos na história de  do Kurumym
  
O contar histórias é arte, é importante para quem ouve, e para quem lê ou conta. A sua importância é de ontem, hoje e o futuro. Ao ouvir histórias, crianças e adultos podem apresentar reações que manifestam seus interesses que estão inconscientes.




 "Contar história pode ser uma sinfonia. Desde que nesta sinfonia, orquestrada com palavras, entrem todos os instrumentos: do sopro da respiração, ao metal da voz; do dedilhar do corpo, ao ribombar do olhar.
Contar histórias pode ser uma opereta.
 Contar histórias pode ser uma opereta. Desde que nesse gênero cênico do conto, as partes embaladas pelo ritmo da fala se alternem com o que se narra com alma.
 Contar histórias pode ser uma dança coreográfica. Desde que nesta seqüência de palavras com corpos e corpos com palavras, se esteja inteiramente comprometido com a melhor maneira – e nunca a única – de se expressar o coração da palavra. E que a fala, os movimentos, passos e gestos estejam associados à emoção, e claro, à plasticidade. ( Celso Sisto)

  Professores ouvem a narrativa atentamente
 Contando a história do indiozinho Kurumym e sua  árvore dourada