PARA
QUEM LER OU CONTAR HISTÓRIAS?
O hábito de ouvir e contar
histórias, já se faz de longa data na caminhada da humanidade,dentro do espaço
e do tempo.
As crianças fazem parte
deste público alvo. Quem lê ou conta histórias deve ter um método persuasivo
sobre os ouvintes. O texto e a transmissão da leitura exercem influências no
desenvolvimento intelectual do indivíduo. Quem ouve histórias acredita na
magia, estimula a criatividade cria hábitos e valoriza o sentimento e
conseqüentemente a leitura.
Zelia Lima
"Zelinha entrando na Sala "Lili inventa o mundo"
Todos atentos na história de do Kurumym
O contar
histórias é arte, é importante para quem ouve, e para quem lê ou conta. A sua
importância é de ontem, hoje e o futuro. Ao ouvir histórias, crianças e adultos
podem apresentar reações que manifestam seus interesses que estão inconscientes.

Contar histórias pode ser uma opereta.
Contar histórias pode ser uma opereta. Desde que nesse gênero cênico do conto, as partes embaladas pelo ritmo da fala se alternem com o que se narra com alma.
Contar histórias pode ser uma dança coreográfica. Desde que nesta seqüência de palavras com corpos e corpos com palavras, se esteja inteiramente comprometido com a melhor maneira – e nunca a única – de se expressar o coração da palavra. E que a fala, os movimentos, passos e gestos estejam associados à emoção, e claro, à plasticidade. ( Celso Sisto)











































